Como se tornar amigos com uma menina no ensino médio

Como conquistar uma menina usando métodos comprovados. Se você deseja aprender como conquistar uma menina, acaba de encontrar o artigo perfeito, pois você aprenderá métodos comprovados que fazem com que qualquer garota comece a prestar mais atenção em você, e o melhor, deixe de considerá-lo um cara normal como a maioria e passe a enxergá-lo como um Homem Alpha, o resultado disso ... Lembre-se que a maioria dos rapazes no ensino médio estão nervosos sobre como falar com as meninas. No caso de você manter a calma e dizer um oi como ele não é grande coisa. 6) Escolha um bom tema para arrumar uma namorada Em Middle School. Escolha um bom tema para conversar conseguir uma namorada no ensino médio. Como se Tornar Popular em uma Escola Nova. Embora seja difícil, começar a estudar em uma escola nova não precisa ser algo tão traumático. Se for o seu caso, você pode usar de algumas estratégias para ficar à vontade, seja no primeiro dia... Como Se Tornar Popular no Ensino Médio. Você quer ser popular e descolado no ensino médio? Algumas pessoas acreditam ser necessário nascer popular, mas isso não é verdade. É possível aprender a ser descolado e a fingir isso até que se... Como fazer amigos (em segundo grau, da faculdade e pessoas que você gosta) 1) Conheça novas pessoas para fazer amigos. Será um pequeno acordo difícil para você fazer novos amigos, se você é um introvertido por natureza. No entanto, nunca é uma tarefa impossível. Ajude-a a se sentir única. Tudo bem, prepare-se: no ensino médio, a auto-estima de uma menina cai 3,5 vezes mais do que a de um menino, de acordo com a Associação Americana de Mulheres Universitárias, uma organização nacional dedicada a melhorar a vida das mulheres e das famílias por meio da advocacia, educação, filantropia e pesquisa ...

Apenas desabafando.

2020.04.01 09:55 Geralment Apenas desabafando.

É complicado nessa hora da madrugada fazer um enorme textão para explicar o contexto de eu sentir essa ânsia de desabafo, então eu já peço desculpas caso você não tenha entendido o que eu quero dizer, mas eu quero muito o seu conselho.
Terminei o ensino médio, sempre fui um cara de ficar em casa, jogando videogame, e talz. Minhas habilidades sociais eu considero deprimente, apesar de eu ser muito extrovertido com as pessoas que eu conheço, com as outras pessoas eu não tenho facilidade de criar vínculo e intimidade, eu simplesmente não sei socializar com estranhos.
E agora que o ensino médio está terminado, me encontro sem nenhum amigo, e muita vontade de ter um relacionamento com alguém mas eu não sei muito bem como fazer isso. E isso me faz pensar: é impressionante como algumas pessoas ao terminar um relacionamento, em algumas semanas já encontram outro, eu terminei um relacionamento meu 3 anos atrás e desde então nunca encontrei outra pessoa? Será que é exceção e algumas pessoas são muito boas nisso? Ou eu estou fazendo algo de errado?
Eu já tentei conversar com algumas meninas da minha turma, ano passado, e o resultado não foi um dos melhores. Eu fiquei com uma, apesar de eu querer algo mais com ela, ela não quis o mesmo, eu acredito que ela não curtia muito minha personalidade. Muitas meninas - e minha mãe - já se queixaram de minha personalidade, de a minha extroversão ser de um palhaço, de um menino bobo. Mas eu sou assim, eu juro que queria mudar mas não sei como fazer isso. Minha mãe disse que se eu não me tornar um homem sério irei morrer sozinho. É, eu sei que isso foi horrível pra caralho de se dizer a um filho, mas após de me colocar no lugar dela, eu pensei: algumas verdades horríveis as vezes tem que serem ditas, né?
Eu queria que houvesse um script pra isso, uma receita de como eu faço pra melhorar para seguir o melhor estilo de vida que eu quero pra mim mesmo, eu estaria muito disposto a fazer isso. Espero não ter que jogar videogame sozinho até o dia que eu morrer. As vezes, tudo que eu mais quero é a companhia de alguém, mas parece que o único obstáculo é exclusivamente a minha pessoa.
Enfim, obrigado por ter lido até aqui, desculpa a qualidade do texto, não revisei ele. Abraços.
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2019.11.09 06:15 vkonu Relacionamento estranho

Estou meio nervoso ao escrever pois um amigo meu usa essa comunidade então queria dizer algo a ele antes de falar sobre o assunto: Caso vc veja isso vai perceber q tem um furo na história e vai perceber de quem falo rapidamente kkkk, mas enfim, só n diga nada sobre isso dps.
Antes de falar sobre oq tem acontecido preciso falar sobre oq me levou a esse ponto por isso vai ficar um pouco grande isso.
Desde quando eu menor fui o excluído da sala ( quando digo menor quero dizer desde o 1 ano do fundamental ), nunca me importei com isso e não sentia falta de amigos ou de companhia para brincar, mas isso fez eu me tornar uma pessoa um tanto apática em relação ao mundo. Nessa época eu era oq pode-se chamar de "aluno exemplar " pois eu sempre ia bem em pro as é era muito comportado e por isso sempre que havia algum evento eu era convocado como participante da minha sala. Após cinco anos nessa escola meus pais tentaram me colocar em uma escola militar... eu n entrei pelo motivo de meu pai ser advogado e a escola acreditar q ele poderia pagar. Na época eu fiquei muito irritado com isso, pois eu havia passado com quase 100% de acerto, mas no final eu entrei em outra escola e passei apenas um ano lá. Nessa escola eu consegui passar um ano inteiro sem nenhum contato com nenhum tipo de amizade e acredito que isso tenha contribuído muito com minha apatia. Após esse um ano cheguei a escola onde estou atualmente. No início foi complicado me adaptar ao método de ensino e às pessoas da minha sala mas logo me via sozinho mais uma vez. Tudo bem é agora que as coisas complicam kkkk. Por algum motivo eu decidi tentar fazer algum amigo, mas foi mais difícil do que eu esperava. Na minha sala eu tinha contato apenas com uma pessoa, essa pessoa me apresentou um amigo dele e eu decidi tentar falar com esse sujeito. Esse sujeito, o qual vou chamar de Joaquim, era muito quieto e por isso pensei que não teria problemas em fazer amizade. Estava completamente enganado, Joaquim me odiava até metade do ano, só fui conseguir ter uma conversa saudável com ele quando o video game dele quebrou kkkk, enfim, Joaquim hoje é um dos meus únicos "amigos ". A partir desse ano comecei a ir ao psicólogo e tentei melhorar minha apatia, estava no ponto de a bola vir na minha direção e eu ficar sem reação nenhuma mesmo quando ela acertava meu rosto. Atualmente estou no primeiro médio. Nesse ano não houve nada muito especial, meu amigo estava em depressão profunda, comecei a acordar no meio da noite chorando sem nem saber o motivo, parei de ir ao psicólogo, perdi de vez uma das únicas pessoas a quem dava valor e agora q finalmente me sinto mais sensível eu não posso deixar com que nem meus pais nem meus "amigos " percebam que estou cada vez mais apático novamente. Mas o foco não é esse; no meio do terceiro bimestre entrou uma menina na minha sala, não vi nada muito especial no início mas hoje posso dizer q Joaquim não é meu único amigo por causa dela. A questão é que eu gosto muito dela, assim como de Joaquim, mas não como as pessoas pensam... aliás nos até entramos na brincadeira e ela disse q estamos "namorando" kkkkk. Acabei não citando esse ponto mas eu acho q sou sensível a barulho e tenho dores de cabeça muito fortes quando estou em ligares com muita gente( isso vai ser importante ). Na minha sala há apenas 15 alunos, porém sinto como se houvessem no mínimo uns 30 kkkk e por isso tenho dor de cabeça quase todos os dias, nos dias em que essa dor é mais acentuada eu faço com que esses dois se afastem para não ser rude com eles. Devido ao fato de Joaquim ter perdido muito tempo de aula eu decidi estudar para as provas, coisa que não estou acostumado a fazer pois sempre consegui ficar entre um 8 ou um 9, e não sei ao certo se vou conseguir ajuda-lo. Nesse último mês teremos um passeio de sala e eu decidi ir mas este é um dos grandes problemas, tenho que demonstrar que estou bem para meus amigos por quase 14 horas em um dia, já é um esforço não surtar em sala de aula kkkkk.
Agora que paro para ler oq escrevi espero que meu amigo não veja kkkkk espero que ninguém veja na vdd só precisava marcar esse marco de empatia de minha parte ao ponto de precisar de ajuda com as pessoas que eu conheço e que me arrependo de ter perdido...
(Caso vc tenha lido tudo isso e não tenha entendido nada, saiba que nem eu sei direito kkkkk a essa hora era pra eu estar dormindo fax tempo, estou impressionado que aguentei até depois das 22:00 kkkk)
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2019.04.05 01:08 Grand_Candidate Preciso me encontrar... (mtf)

⚠️ MUITOS TRIGGER WARNINGS! CUIDADO! ⚠️
[...]
Mas por um infortúnio do destino, tivemos que ficar separados por um tempo — os dois muito ocupados com a transição da adolescência para a vida adulta, tentando lidar com novas obrigações, novas dificuldades, tão abruptamente.
E aí o velho vício bateu na minha porta. E eu o recebi.
Ah, livre-arbítrio! Por que nos deixa tão soltos? "Como ouso?!", perguntei a mim mesmo. Eu já havia decidido: não iria voltar atrás por absolutamente nada neste mundo. Eu não era trans. E fui fraco. Cedi aos impulsos, mais uma vez. O arrependimento era visível a quilômetros de distância. Ainda assim fui em frente.
E a confusão de antes, enterrada a sete palmos, voltou triunfante, dominando todos meus pensamentos.
Questiono Deus.
Questiono nossa existência; o sentido da nossa vida aqui.
Mistérios indecifráveis, inconcebíveis; respostas que dificilmente serão encontradas, ainda que você passe noites em claro, ainda que persista muito.
A minha situação, por outro lado, é passível de solução.
Estou colocando minha vida em espera em razão desse questionamento. Não consigo estudar, ir ao cinema, ler um livro, sentar com minha família à mesa... não consigo fazer nada. Perdi a consistência com cada uma das coisas que faziam parte da minha rotina. Começo a faltar a faculdade; deixar de comer; mostrar certa relutância pra cumprir hábitos de higiene básica. Ando tão descuidado... alcancei um desleixo desprezível, uma falta de propósito atormentadora.
Parte de mim pensa que isso tudo não passa de um fetiche; de uma parafilia suja que está me impedindo de crescer como homem. Me parece que, ao sinal de qualquer adversidade, me refugio no caminho de menor resistência, alimentando a ideia de que me tornando uma mulher meus problemas serão magicamente extinguidos. Estou começando a ficar saturado disso tudo; começando a enxergar banalidade nessa causa. Fosse só o crossdressing na adolescência e não os episódios de disforia na infância, há muito já teria desistido da ideia como um todo. Porque hoje já não sinto mais isso. Pra ser honesto, a minha expressão sexual como homem não se apoia nem um cadinho na ideia de me imaginar como mulher pra poder atingir o clímax. Além disso, a ideia de me submeter a um tratamento hormonal que vai atrofiar meu pênis, comprometer minha capacidade de ejacular e me tornar infértil é um pesadelo para mim. Quero constituir uma família. Quero ser pai.
Meu outro lado, no entanto, às vezes quer escolher personagens femininos nos joguinhos, às vezes chora de soluçar no final de um bom filme, às vezes cuida pra não transparecer maneirismos femininos: a forma como olha pra unhas; a forma como senta na cadeira; a forma como projeta a voz e se comporta junto dos rapazes.
Não sei. Não considero que essas sejam razões suficientes para fazer uma transição. Sinto que estou fazendo de tudo para manipular meus sentimentos de forma que eu justifique minha inquietude chegando a conclusão de que não sirvo pra ser homem. Mas a verdade é que eu quero tentar! Quero experimentar como é viver sem baixar a cabeça, sem ficar acuado por qualquer coisa — porque é assim que estive vivendo pelas duas décadas da minha vida. Sinto que estou misturando tudo, inventando problemas, me vitimizando. Dando outros nomes pra minhas frustrações; desvirtuando.
Preciso que me ajudem. Que tentem enxergar pelos meus olhos, pois sei que vocês também passaram por isso antes de tomar partido. Sei que deixaram a ideia amadurecer antes de dar o próximo passo. Estou buscando a verdade dentro de mim, tentando me conhecer profundamente, pra que eu escolha sem pestanejar, sem um resquício de dúvida. Por favor, compartilhem o que pensam disso tudo e também pelo que passaram.
Ainda sou muito novo, nada sábio, extremamente equivocado.
Vim aqui pra aprender com vocês.
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2018.03.11 13:54 CeciliaShi Sério! Como nossa mente é capaz de inventar tanta maluquice?! Rs

Acordei 6:00 aliviada, estava feliz, para cima, sem rancor, sem ódio.. pela primeira vez depois de meses estava de verdade bem. Fiquei assim: O que será que sonhei?! Sonhei com vc G ou com vc R?! Não faz sentido estar tão feliz. Algo me dizia, desde o início, que tinha sido com o G. (Pra quem não sabe, namorei durante um tempo o G e as coisas não terminaram bem. Ainda gosto muito dele, mas não daria certo d nv.. as mágoas geradas foram d+. Tvz em um futuro distante.. mas agora, não! Eu nunca tive nada com o R. Ele é só um carinha que tive uma leve queda no ensino médio. Mas isso já faz quase 3 anos. Enfim...). Bom, é óbvio que não lembrei do sonho!! Quando preciso lembrar de algo, minha mente me sacaneia ao extremo. Queria saber o que tinha acontecido para levar esse sentimento comigo, para não ser esquecido. Se no sonho, eu consegui perdoá-lo e me perdoar, tinha que saber o que era para q isso acontecesse todos os dias e não somente agora.
Ok.. voltei a dormir com o pensamento: Putz! agora vou sonhar algo que vai me deixar com raiva. Tô até vendo eu acordando puta.
Tem quase 20min que acordei... gente, vcs não vão acreditar kkkk Sonhei, lembrei do sonho e sério! Eu mesma ri de mim.. ou melhor, da minha mente. Ela me sacaneou de nv, mas não me deu esperança nem nada. Pelo contrário, me deu a minha primeira comédia do dia.
O sonho (não me lembro de tudo, mas lembro das partes mais importantes): Estava eu, a atual do G (ela ainda não era a namorada, viria a se tornar logo depois), a mãe dele e uma amiga (acho até que era a tia dele). Estávamos conversando, quando a menina disse que entrou no face da K (tia dele) e eu e minha ex-sogrinha nos entreolhamos (cumplicidade do tipo: não olha de mais não senão vai achar quem não deve - G - e se encantar por ele, mas ele já tem namorada - Ela sempre gostou de mim, então, deu para entender essa parte). Depois chega o G pagando flexão na rua.. (me deem a permissão de dizer isso: vc estava muito gato/gostoso 😁). Enfim, neste exato momento, a menina vira namorada dele do nada. Eu saio para cv com ele (n me lembro do q disse ou se disse alguma coisa), dou-lhe as costas e começo a ir embora. Ele dá alguns passos na minha direção, eu paro, a namorada dele sai de dentro de casa e vem até nós. Não sei como, mas fomos parar perto de um carro.. neste momento, aparece o ex da menina com alguns amigos. Ela nos faz entrar as pressas no automóvel. Começa aí uma perseguição.. 🤦 Os meninos nos alcançam, saímos do carro, eles vêm até nós.. cara, essa é a parte bizarra. O ex dela era o diabo e seus amigos seus seguidores. Quem eles cumprimentassem com aperto de mão, teria sua alma absorvida. Eles estavam ali para nos levar para o inferno... Então um dos seguidores dele dá a mão ao G, mas não acontece nada. O diabo, puto, joga seu amigo para o lado e ele mesmo dá um aperto de mão no meu ex. De novo, não acontece nada. Enquanto o diabo dá a mão ao G, ele consegue visualizar o motivo de não conseguir levá-lo para lá.. é simples! O diabo vê minha imagem ao mesmo tempo que fala "Só o amor de verdade pode salvar".
FIM!
Não lembro de mais nada do q possa ter ocorrido depois..
Acordei e sério! Dei uma pequena risadinha. Como nossa mente nos prega peça, não?! Como ela é capaz de inventar tanta maluquice! kkk Não me deu esperança, mas aliviou minha alma um pouco. Falo no sentido de ter rido um pouco.. ultimamente, ando muito tensa.
Enfim, qual foi a maior peça que sua mente já te pregou?!
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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This video is unavailable. Watch Queue Queue. Watch Queue Queue No vídeo de hoje mostrei pra vocês minha rotina de Volta às aulas, do meu primeiro dia de aula em 2019! Estou indo para o 1º ano do Ensino Médio e morrendo de medo hahahah. Pra quem não sabe, publiquei no meu facebook que se uma foto chegasse a 300 curtidas e 300 comentários, estaria fazendo um video comendo dois ovos cru direto da casca (QUEEEEE NOJO! NUN... Mas ele reencontra ela no ensino médio, e ele tenta reconciliar de tudo que fez de mau a ela, e a garota ao mesmo tempo acaba sofrendo agressões (devido o acidente que sofreu ao tentar salva-la ... Existem pessoas que falam com todo mundo e se enturmam facilmente. ... 5 COISAS QUE OS MENINOS AMAM NAS MENINAS - Duration: 6:27. Gregory Kessey 7,723,466 views. 6:27. Como fazer novos amigos ... Eba Yuzuki, uma menina de Tóquio se muda para o campo para fazer o ensino médio. Ela mora junto com um cara chamado Haruto Kirishima, cujo pai é um aprendiz do pai de Eba. Olá amores hoje eu trago: COMO AS GAROTAS SE PREPARAM PARA O PRIMEIRO DIA DE AULA Minha Caixa: postal 2722 cep: 87013981 SE INSCREVAM E VENHAM FAZER PARTE DESSA FAMÍLIA: https://www.youtube.com ... Permaneceu com o baixo daí para frente, e depois de se formar no Ensino Médio, ele se matriculou na Berklee College of Music juntamente com o seu amigo John Petrucci, onde encontraram Mike ... Ele é um cara da nossa cidade, que começou a tocar quando estava no ensino médio. Primeiro só tocava e cantava para os amigos, mas não demorou muito para se tornar uma celebridade local. Tachibanakan Triangle. Quando Natsuno Hanabi voltou para sua cidade natal para estudar no ensino médio, ela pensou que teria uma nova vida maravilhosa. Mas Tachibanakan, o dormitório em que ela ...